Onde a realidade se encontra com a ficção

 

 

Hoje, minha AmigA, vou falar de ti.
Foi há  exactamente dois anos atrás que te disse adeus, o último e derradeiro adeus. E  apesar do que possam dizer, o passar do tempo não nos faz esquecer aqueles que  tanto amámos. Sim, porque eu amei-te. Amei-te como se ama um amigo, amei-te ao  sabor da amizade e da união constante. Amei as tuas virtudes e até os teus  defeitos e vícios. Amei o teu sorriso. Se amei...
E hoje, depois de dois anos de imensa saudade,  continuo a sentir falta das tuas palavras, do teu carinho, dos teus abraços... E  sei que vou continuar a sentir a tua falta enquanto respirar, enquanto  viver.
De certo, muitos não entenderão o que nos unia,  o que tanto nos ligava. E queres saber? Eu também não entendo... Nem faço  qualquer esforço para entender. Nunca foi preciso. Bastava olhar os teus olhos  claros e percebia que não importava de que matéria era feita a nossa amizade:  ela existia e era mais forte do que tudo!
Vivi contigo momentos únicos e irrepetíveis.  Aprendi contigo coisas que só a Vida nos ensina. Ri até doer a barriga e chorei  até não ter mais lágrimas. Tu estavas lá sempre. Mesmo longe, sabia que bastava  enviar-te uma mensagem - coisas tecnológicas de que não gostavas nem um pouco - para ter as tuas palavras a confortar-me. E perdi a contas às noites em que  contávamos estrelas em frente a casa, em que me mostravas  constelações que eu nunca aprendia, em que nos divertiamos como  perdidos...
Sinto tanto a tua falta...
publicado por Dreamer às 19:57 | link do post
Ao ler este texto, bem como mais alguns que tive o (des)prazer de por aqui encontrar, só tenho uma palavra: RIDÍCULO!!!
Como é que alguém que se define como "Dreamer" se dedica a plagiar sonhos e histórias de outras pessoas? Sim, só meus encontrei três ou quatro - o que me leva a crer que nenhum seja original e tenha tido fontes semelhantes.
Acho simplesmente vergonhoso plagiar textos como este: que falam da saudade irremediável, do MEU amigo de olhos claros, que ME tentava a todo o custo ensinar a distinguir a ursa menor da maior, que ME apoiava em todos os momentos e que utilizava o telemóvel - essas coisas tecnológicas de que não gostava nem um pouco - apenas e só para estar disponível para os seus, para lhes ligar se sentisse que algo não estava bem...
É por ter tido já o privilégio de conhecer pessoas fantásticas, como o MEU amigo de quem tenho saudades imensas, que acredito que pessoas assim, sem personalidade como o senhor, existem em número reduzido...

p.s. tente não se apoderar de palavras alheias quando quiser dar algum tipo de contributo para um outro blog... isso é a cereja no topo do bolo - pena que não lhe saiba o sabor!!
Joana ' a 10 de Agosto de 2012 às 04:34
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