Onde a realidade se encontra com a ficção

 

 

Henry sofre de um distúrbio genético raro. De tempos em tempos, o seu relógio biológico dá uma volta para a frente ou para trás, e ele viaja no tempo,levado a momentos emocionalmente importantes de sua vida tanto no passado quanto no futuro. Causados por acontecimentos estressantes, os deslocamentos são imprevisíveis e Henry é incapaz de controlá-los. A cada viagem, ele tem uma idade diferente e precisa se readaptar mais uma vez à própria vida. E Clare, para quem o tempo passa normalmente, tem de aprender a conviver com a ausência de Henry e com o caráter inusitado da sua relação.
O livro inicia com Clare ansiosa "conhecendo" Henry na biblioteca onde ele trabalha. Assim que o vê fica super empolgada e convida-o para jantar. Ele fica desconfiado... "será que ela me conhece de alguma outra
época?"
A resposta é sim, mas ele ainda não sabe disso.Henry é portador de um distúrbio genético que o faz viajar no
tempo. Ele pode estar no presente, bem como acordar em 1977 ou em 2001.
Numa dessas suas viagens ele conhece Clare, que tinha apenas 6 anos de idade. A partir daí, as suas vidas ficam ligadas para
sempre.
O início do livro é um pouco confuso, pois ainda não estamos acostumados com a vida peculiar do personagem. Num momento diz que ele está com 26 anos em 1990 e, em seguida, diz que ele está com 41 anos em 1992... Mas, com o passar os capítulos, tudo começa a fazer sentido e entramos cada vez mais no estranho mundo de Henry.
A autora escreve maravilhosamente bem! E o romance é de tirar o fôlego!
Os personagens são profundos e a história é emocionante.
A Mulher do Viajante no Tempo é exactamento assim. Conhecemos Clare e Henry crianças e, aos poucos, vai-se sabendo tudo das suas vidas até á velhice.
A autora descreve super bem todas as etapas da vida dos personagens... a infância, a adolescência, a idade adulta, as dificuldades de um casamento, as amizades, os problemas que eles têm que enfrentar devido ao distúrbio de Henry, etc.
Um facto curioso é que conforme se vai lendo a história, várias coisas vão ficando em aberto. Mas, quando vamos chegando ao fim, tudo começa a se encaixar como se fosse um quebra-cabeça perfeito! A autora conseguiu atar todas as pontas, não deixou nada de fora.
O final é lindo !
Todos falam super bem das obras do Nicholas Sparks, que eu também adoro... Mas, vou dizer uma coisa... Ele nunca conseguiu emocionar-me
como a Audrey Niffenegger conseguiu.
Enfim, se queres aumentar a tua lista de livros favoritos, lê este o quanto antes!! É um dos livros mais perfeitos que já li!!!
publicado por Dreamer às 10:23 | link do post
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